Substâncias (in)suspeitas que desencadeiam irritação ou alergia
A dermatite de contacto é uma reação da pele causada pelo contacto direto com substâncias ou materiais, tis as mais comuns:

 

  • Produtos químicos – Detergentes, sustâncias como a acetona, substâncias ácidas, inseticidas, tintas para o cabelo, fixadores de permanente;
  • Produto de higiene pessoal e cosméticos – Sabonetes, gel e espuma de banho, hidratantes, produtos de maquilhagem, perfumes, loções pós-barba, desodorizantes, protetores solares;
  • Metais – Níquel (existente nas fivelas de relógios ou cintos, piercings, botões das calças, bijuteria);
  • Plantas – Hera venenosa, ambrósia, prímula;
  • Medicamentos de aplicação na pele – alguns antibióticos (como a penicilina e as sulfamidas), anti-histamínicos, anestésicos, entre outros;
  • Látex e borracha;
  • Materiais de vestuário e calçado – tintas, impermeabilizantes;
  • Adesivos.

A regra de ouro, válida tanto para o tratamento como para a prevenção é: identificar e evitar a substância que causa a irritação ou a alergia. Há testes – provas epicutâneas de contacto – que permitem identificar a substância a que se é alérgico.

A dermatite de contacto pode ser controlada e o objetivo é aliviar a pele até que recupere. Os principais cuidados passam por:

– Lavar a área afetada com muita água e secar cuidadosamente, no caso de uma substância irritativa;

– Aplicar uma loção ou pomada para aliviar a comichão – aconselhe-se com o seu farmacêutico;

– Proteger a pele afetada com uma compressa, se necessário;

– Evitar coçar, pois rebentar as bolhas pode originar  uma infeção;

– Usar roupa folgada e com tecidos frescos e suaves, e usar luvas sempre que necessário – as luvas de látex podem ser sensibilizantes para pessoas suscetíveis.

Siga estes cuidados e, em caso de dúvida ou persistência dos sintomas, consulte o seu médico ou farmacêutico.