Saber planear
Por norma, as relações sexuais implicam a possibilidade de ocorrer uma gravidez. Constituir uma família é uma decisão que implica responsabilidade e planeamento. A contraceção tem sempre por referência uma família planeada e a vivência de uma sexualidade sem sobressaltos.

Além dos métodos naturais, com menor taxa de sucesso, (abstinência periódica, coito interrompido, métodos do calendário), os métodos contracetivos dividem-se em duas grandes categorias.

  • Métodos não hormonais: onde se inclui o preservativo masculino e feminino, espermicidas, dispositivo intrauterino (DIU) e diafragma
  • Métodos hormonais: pílula, adesivo, implante subcutâneo, solução injetável, anel vaginal e dispositivo de libertação intrauterino.

 

A escolha de qual o método a adotarimplica informação para que se adeque a cada caso e deve ser acompanhada por especialistas. Quer saber mais sobre cada um: Leia “A cada um o seu método anticoncecional

 

Conheça os riscos

Nenhum método contracetivo oferece proteção total contra uma gravidez, sendo a eficácia vulnerável às falhas do próprio método ou do seu uso incorreto. Leia sempre as instruções e esclareça as dúvidas com o seu médico ou farmacêutico.

 

Exceção à regra

Atualmente é possível recorrer à contraceção de emergência, último recurso quando o método habitual falha, que existe sob a forma de comprimido concebido para esse efeito. Contudo, tenha em conta que o recurso a esta medida deve ser sempre a exceção e não a regra, e que deve sempre ser solicitado o aconselhamento do seu médico ou farmacêutico. Quer saber mais sobre o assunto? Leia: “Como atua a contraceção de Emergência?”, “Contraceção de Emergência – Quando os outros métodos falham”.